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Perguntas mais frequentes

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  • É aquela dieta que faz parte do dia a dia.
  • Esta indicação significa apenas que não deve alterar os seus hábitos alimentares.
  • Não.
  • Convém tomá-la com moderação para que o excesso não interfira nas análises de urina.
  • Não.
  • O hemograma e os marcadores víricos, por exemplo dispensam o jejum mas as boas práticas Laboratoriais recomendam que para a maioria dos exames as colheitas sejam realizadas após um período mínimo de 4h de jejum.
  • A glucose exige um jejum de 8 horas enquanto que para os triglicéridos se recomenda 12 a 16 horas.
  • Na dúvida e porque o médico geralmente prescreve várias análises é aconselhável um jejum mínimo de 12 horas.
  • Nas crianças e recém-nascidos o período de jejum poderá ser reduzido dependendo de cada situação clínica.
  • Alguns não, como por exemplo o cortisol, o ferro e a ACTH visto os seus valores variarem com o ritmo circadiano.
  • Em alguns sim, por exemplo a glucose, visto que este parâmetro reflecte uma fonte energia do organismo, logo em situação de esforço físico há alterações nas velocidades de produção e consumo de açúcar.
  • Os valores de referência para interpretação de qualquer análise estão padronizados para a realização em condições ideais bem definidas, chamadas condições basais, por conseguinte o esforço físico altera esta situação.
  • Sim, principalmente nos dos triglicéridos mas pouco no colesterol. Uma dose de whisky, uma cerveja ou um copo de vinho falseia, por excesso, o resultado.
  • Recomenda-se três dias de abstenção de bebidas alcoólicas.
  • Não, interfere numa prova de tolerância oral à glucose ou num teste de agregação plaquetária.
  • Sim, principalmente os dos triglicéridos. Um utente que faça dieta rígida na véspera tem um resultado falsamente baixo, mas se ingerir um excesso de gorduras apresentará um resultado falsamente elevado.
  • Recomenda-se um jejum de 12 a 16 horas.
  • Permanecer sentado na sala de espera do laboratório o mais relaxado possível.
  • O doente deve abster-se de se cansar pela simples razão de que toda a actividade consome calorias e o nosso “combustível” imediato é a glucose.
  • Numa análise de urina o ideal é aguardar pelo fim do ciclo.
  • Em caso de urgência recomendam-se dois cuidados: assepsia na ocasião do exame e o uso de tampão vaginal para evitar a contaminação da urina.
  • Numa análise ao sangue, várias hormonas ou proteínas séricas variam durante o ciclo menstrual.
  • Se o médico não indicar o dia da colheita, quando interpretar os resultados terá que ter isso em consideração.

Alguns sim.

  • Os anti-inflamatórios interferem nos testes de coagulação do sangue, normalmente solicitados em pré-operatórios.
  • A aspirina® ou ácido acetilsalicílico está presente em vários analgésicos, antipiréticos e por vezes associada a outras substâncias farmacológicas (em alto teor pode baixar o valor da tiroxina ou T4, hormona da Tiróide). Não interfere no exame tempo de protrombina, mas sim no sistema de coagulação como antiagregante plaquetário.
  • A dipirona, princípio activo do Nolotil, Novalgina, entre outros, interfere no doseamento da creatinina. Três dias antes, deve suspender-se a sua toma para a realização desta análise que avalia o funcionamento renal.
  • Os antibióticos interferem na realização dos exames bacteriológicos qualquer que seja o fluido biológico. Deve sempre aguardar-se 3 a 5 dias após o tratamento, no mínimo.
  • A vitamina C altera a determinação da creatinina.
  • A vitamina E interfere nos testes de agregação plaquetária.
  • Normalmente não, depende sobretudo da sensibilidade do utente, mas também da destreza de quem pratica a punção.
  • O laboratório deve orgulhar-se de quem a faz.
  • Porque se dá o extravasamento de sangue para fora da veia que se chama hematoma.
  • Pode ocorrer em determinadas situações tais como: veias finas, delicadas, não relaxamento do braço, falta de boa compressão no local, utente que toma medicações que alteram a coagulação do sangue, entre os quais a aspirina.
  • Não tem gravidade e desaparece ao fim de alguns dias.
  • Depende do tipo de exame.
  • Para cultura terá que ser recolhida no Laboratório.
  • Já a urina tipo II, a mais comum, pode ser recolhida em casa.
  • Existem cuidados especiais para utentes algaliados.
  • Não, exceto o médico que requisitou os exames.
  • O levantamento dos resultados só poderá ser realizado pelo próprio ou por alguém autorizado e com a apresentação do protocolo de entrada.
  • O envio dos resultados por email ou por fax só será efetuado após o consentimento por escrito do utente.
  • O utente deverá sempre apresentar o protocolo de entrada na entrega das amostras em falta, para que possamos registrar no protocolo de entrada, na nossa cópia e posteriormente no sistema informático.
  • Sim, porque embora o utente possa confrontar os resultados com os indicados como valores de referência, importa lembrar que nestes, só estão representados 95% da população saudável.
  • A história clínica e o exame clínico beneficiam dos exames complementares de diagnóstico se estes forem valorizados pelo médico assistente que conhece o contexto clínico particular de cada indivíduo.
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